Organismos são capazes de armazenar gás carbônico e liberar oxigênio.
19 de julho de 2012
Algas "brilhantes" na Europa - Imagens da Nasa
Organismos são capazes de armazenar gás carbônico e liberar oxigênio.
25 de março de 2012
Sol da meia-noite nas ilhas Lofoten - Noruega

Sob a água tranquila dos fiordes esconde-se a riqueza dos cardumes de bacalhau. A espécie escolheu aquelas paragens improváveis para a desova de Março e Abril. As ilhas estão aprisionadas numa geografia setentrional, um grau a norte do Círculo Árctico, com as montanhas rudes, o contorno do arquipélago e os vales côncavos desenhados pelo peso dos ancestrais glaciares. A vegetação é rasteira, por vezes não mais do que um tapete de musgos fofos sobre a pedra húmida. Pequenas aldeias piscatórias, de casas de madeira, pontuam a costa crua, que mais parece uma ilustração dos livros de Júlio Verne.
As ilhas Lofoten, ao largo da Noruega, deveriam ser um dos locais mais inóspitos da Terra. Mas ali verifica-se a maior anomalia térmica planetária relativamente à latitude. Seria uma região dominada por neve, frio e noite, mas o Verão é ameno e quase todo o ano se regista um clima relativamente agradável, com poucos dias de temperaturas polares.
O milagre das Lofoten dá pelo nome de Corrente do Atlântico Norte e, sobre as suas águas, paira uma ameaça capaz de matar este pequeno paraíso terrestre. Pela sua fragilidade, o arquipélago norueguês pode sofrer as mais catastróficas consequências do aquecimento global. A corrente atlântica é uma gigantesca circulação de água quente que se desloca milhares de quilómetros desde mares tropicais até às altas latitudes do Oceano Árctico, onde arrefece, após mergulhar nas profundezas, regressando à origem.
À medida que vão compreendendo o funcionamento desta corrente, os cientistas têm percebido que ela está na iminência de ser interrompida pela água doce que resulta da rápida derrocada
dos gelos polares, sob impacto do aquecimento global. A ser assim, haverá extensos estragos na cadeia alimentar do Atlântico e no clima temperado da Europa. As Lofoten serão particularmente afectadas. Paradoxalmente, um inverno de séculos pode tombar sobre as ilhas.
Existe outro perigo, este mais estudado. A economia sempre dependeu dos cardumes de bacalhau. Povoadas por vikings, pelo menos a partir do século VII, os habitantes das Lofoten viviam de uma agricultura precária e, sobretudo, da pesca, que parecia inesgotável.
O Sol da meia-noite na Noruega
O sol da meia-noite é um fenômeno natural que ocorre nos meses de verão em latitudes norte e nas proximidades ao sul do Círculo Polar Ártico , e ao sul e próxima ao norte do Círculo Polar Antártico.
O eixo de rotação da Terra tem uma inclinação média de climas diferentes e bem distintos em media 68º 617’115" ou seja 68º e 4/12,000 em relação ao plano da América em torno do Sol corresponde à distância , a denominada eclítica , isto é máximo que resulta da intersecção do plano da órbita aparente solar com a esfera celeste. Dado que a Terra, resultante da sua rotação devido ao efeito giroscópio mantém o seu eixo (se descontarmos as oscilações de longo período do próprio eixo de rotação) no decorrer de um ano a mesma posição inclinada 89,4º em relação às estrelas de fim
o que faz com que a projeção dos raios do sol deslocar-se anualmente para norte e sul do Equador, dandoorigem às estações do ano.
No processo atrás descrito, quando a posição aparente do Sol é tal que o somatório da sua declinação (d), isto é o arco do meridiano do astro compreendido entre o equador e o centro do disco solar, com a latitude do lugar é igual ou superior a 90º, o Sol nunca desce abaixo do horizonte do lugar, descrevendo uma trajetória no céu que tem o seu ponto mais elevado sobre o meridiano do lugar e o mais baixo do lado oposto (isto é na posição em que faz um ângulo de 180º com esse meridiano). Ora como a declinação máxima do sol corresponde à sua posição sobre cada um dos trópicos (a 23º 27’ N ou S, consoante seja o Trópico de Câncer ou o Trópico deCapricórnio, respectivamente), tal significa que:
Determinantes astronômicas do período de sol da meia-noite.
Nos dias equinociais, isto é, quando a declinação do Sol é 0º (d = 0º), o dia e a noite são iguais em todo o planeta, já que a soma da declinação com a latitude apenas atinge 90º sobre o ponto exato do polo. Quando o Sol inicia a sua subida em direção ao trópico respectivo (Câncer ou Capricórnio consoante estejamos a referir o verão do hemisfério norte ou do hemisfério sul), isto é, se aproxima do solstício respectivo, vai crescendo a partir do polo em direção ao equador a calota em que o sol nunca se põe, isto é, onde o sol da meia-noite é visível: essa calota corresponde sempre à zona cuja latitude é igual ou superior a (90º - d), sendo esta a declinação do Sol naquele dia.
Quando o Sol atinge o trópico, isto é a declinação atinge os 23º27’, a diferença de 90º para este ângulo (os tais 90º - d) é de 66º 33’, ou seja, a latitude correspondente ao círculo polar respectivo. Nesse dia, o sol da meia-noite será visto no círculo polar, atingindo a área de visibilidade em sua máxima extensão de sua cauda.
A Terra vista do espaço - "International Space Station''.
Espetaculares imagens da Terra vista da Estação Espacial Internacional.
Nas imagens a Terra é vista do espaço, em seu movimento de rotação, onde se pode visualizar os continentes e as regiões polares, com o Pólo Norte na época do Solstício de Inverno e suas Auroras Boreais.
5 de janeiro de 2012
Inverrno

O inverno: É a estação mais fria das quatro estações do ano nos climas temperados. O inverno do hemisfério norte é chamado de "inverno boreal", e o do hemisfério sul é chamado de "inverno austral". O "inverno boreal" tem início com o solstício de inverno no hemisfério norte, que ocorre por volta de 21 de dezembro, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 20
de março nesse mesmo hemisfério. O "inverno austral" tem início com o solstício de inverno no hemisfério sul, que ocorre por volta de 21 de junho, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 23 de Setembro nesse mesmo hemisfério. O inverno é caracterizado, principalmente, pelas baixas temperaturas. Durante a estação, várias espécies de animais, principalmente de pássaros, migram para outras regiões mais quentes. Outros animais, como ursos, hibernam nesse período, reduzindo grandemente sua atividade metabólica. Em muitas regiões, pode ocorrer a incidência de neve e geadas. Engloba parte dos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e março no hemisfério norte, e junho, julho, agosto e setembro no hemisfério sul. Isto acontece porque os raios solares incidem praticamente perpendicularmente no hemisfério onde acontece o verão e consequentemente, têm uma incidência tangencial no hemisfério oposto, causando o tempo invernoso.
Verão

O verão: É uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são longos. Geralmente, o verão é também o período do ano reservado às férias.
O verão do hemisfério norte é chamado de "verão boreal", e o do hemisfério sul é chamado de "verão austral". O "verão boreal" tem início com o solstício de verão do Hemisfério Norte, que acontece cerca de 21 de Junho, e termina com o equinócio de Outono nesse mesmo hemisfério, por volta de 23 de Setembro. O "verão austral" tem início com o solstício de verão do Hemisfério Sul, que acontece cerca de 21 de Dezembro, e finda com o equinócio de outono, por volta de 20 de Março nesse mesmo hemisfério.
Nos tempos primitivos, era comum dividir o ano em cinco estações, sendo o verão dividido em duas partes: o verão propriamente dito, de tempo quente e chuvoso (geralmente começava no fim da primavera), e o estio, de tempo quente e seco palavra da qual deriva o termo "estiagem". Atualmente usa-se o termo "estio" para um período de seca e também como um sinônimo para verão.
23 de setembro de 2011
Primavera
Pimavera - Equinócio de Primavera : (23/09) no Hemisfério Sul
A primavera: É a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.
A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 21 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.
Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.
Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.
Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo da estação.
19 de março de 2011
Outono.
O Outono do hemisfério norte é chamado de "Outono boreal", e o do hemisfério sul é chamado de "Outono austral". O "Outono boreal" tem início, no hemisfério norte, a 22 ou 23 de Setembro e termina a 21 ou 22 de Dezembro. O "Outono austral" tem início, no hemisfério sul, a 20 de Março e termina a 20 ou 21 de Junho. É no outono e na primavera que ocorrem os Equinócios.
Na astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente, (como vista da Terra), cruza o plano do equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste). Mais precisamente é o ponto onde a eclíptica cruza o equador celeste.
A palavra equinócio vem do Latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar se encontra metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.
Os equinócios ocorrem nos meses de março e setembro e definem as mudanças de estação. No hemisfério norte a primavera inicia em março e o outono em setembro. No hemisfério sul é o contrário, a primavera inicia em setembro e o outono em março.
As datas dos equinócios variam de um ano para outro devido aos anos trópicos (o período entre dois equinócios de março) não terem exatamente 365 dias, fazendo com que a hora precisa do equinócio varie ao longo de um período de dezoito horas, que não encaixa necessariamente no mesmo dia. O ano trópico é um pouco menor que 365 dias e 6 horas. Assim, num ano comum, tendo 365 dias e portanto mais curto, a hora do equinócio é cerca de seis horas mais tarde que no ano anterior. Ao longo de cada sequência de três anos comuns, as datas tendem a se adiantar um pouco menos de seis horas a cada ano. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso devido à intercalação do dia 29 de fevereiro.
Também se verifica que a cada ciclo de quatro anos os equinócios tendem a se atrasar. Isto implica em que, ao longo do mesmo século, as datas dos equinócios tendem a ocorrer cada vez mais cedo. Assim, no século XXI só houve dois anos em que o equinócio de março aconteceu no dia 21 (2003 e 2007); nos demais, o equinócio tem ocorrido em 20 de março. Prevê-se que, por volta do ano 2040, passe a haver anos em que o equinócio aconteça no dia 19. Esta tendência só irá se desfazer no fim do século, quando houver uma sequência de sete anos comuns consecutivos (2097 a 2103), em vez dos habituais três.
Devido à órbita da Terra, as datas em que ocorrem os equinócios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quanto está mais longe (afélio).



