O Golfo do México
começou a se formar entre 230 e 200 milhões de anos atrás, no final do período
Triássico e início do Jurássico, devido à separação do supercontinente Pangeia.
Formação Geológica
·Ruptura da Pangeia: As
placas tectônicas da América do Norte, da América do Sul e da África começaram
a se afastar umas das outras.
·Criação da Bacia: Esse
afastamento gerou falhas geológicas e uma grande depressão na crosta terrestre.
·Invasão das Águas: A
bacia formada afundou gradualmente e foi invadida pelas águas do Oceano
Atlântico, transformando-se em um mar raso que deu origem ao atual golfo.
Origem do Nome
·Os Mexicas: O nome
"México" vem dos mexicas, povo indígena ancestral também
conhecido como astecas, que habitava o centro do território mexicano.
·Colonização Espanhola: No
século XVI, os exploradores espanhóis passaram a chamar a região de Nova
Espanha e batizaram o corpo de água com o nome que se consolidou nos mapas
europeus.
Importância Econômica e
Geopolítica
A região possui:
·Grandes
reservas de petróleo e gás
·Uma
enorme biodiversidade e rico ecossistema.
O Obs. O presidente dos Estados Unidos Donald Trump rebatizou o Golfo do México com o nome de Golfo da América. No entanto essa nomenclatura é utilizada apenas no território norte-americano.
Fenômeno El Niño: Quais as consequências para o Mundo e o Brasil?
O El Niño é um fenômeno climático natural de
aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial. Ele altera os
ventos e a circulação da atmosfera, provocando secas severas no Norte e
Nordeste, chuvas excessivas e temporais no Sul, além de forte calor e
irregularidade de chuvas no Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Impactos Regionais no Brasil
·Região Sul: Aumento
expressivo das chuvas, maior risco de enchentes, temporais, vendavais e
granizo.
·Regiões Norte e Nordeste: Secas severas, queda na umidade do ar, maior
incidência de queimadas e prejuízos à agricultura.
·Regiões Sudeste e Centro-Oeste: Temperaturas acima da média, ondas de calor
frequentes e chuvas irregulares.
Consequências Globais e
Econômicas
·Setor Energético: Redução preventiva da geração em hidrelétricas para preservar os níveis
dos reservatórios de água.
·Agricultura: Riscos
no plantio e na colheita das safras devido à alternância extrema de secas e
excesso de chuvas.
·Eventos Extremos: Ocorrência de inundações em áreas vulneráveis e secas prolongadas que
afetam a economia global e a segurança alimentar.
O futuro da energia solar aponta para uma expansão
acelerada, impulsionada pela queda no custo dos equipamentos, pelo avanço das
baterias de armazenamento (BESS) e pela alta constante nas tarifas cobradas
pelas empresas fornecedoras de energia de outras origens. As novas tecnologias
se consolidam como matriz principal e descentralizada, embora enfrente novos
desafios de regulação e gestão de rede.
As novas Tendências e Inovações Tecnológicas
·Baterias e Sistemas híbridos: Maior integração com armazenamento para uso
noturno e independência da rede elétrica tradicional.
·Veículos Elétricos (EV): Crescimento de carregadores residenciais e
corporativos alimentados por usinas solares próprias.
·Eficiência e Materiais: Uso de painéis com maior taxa de conversão e novas
abordagens, como satélites refletores de luz solar.
Os Desafios do Setor no Brasil
·Taxação Gradual: Avanço da cobrança de custos de distribuição (como o Fio B) sobre a
energia injetada na rede.
·Gestão de Excedentes: Necessidade de ajustes na rede elétrica diante do
pico de geração diurna que supera a demanda momentânea
“Como funciona a energia solar?
A energia solar funciona através da conversão da
luz solar em eletricidade. Painéis solares fotovoltaicos contêm células que
absorvem fótons da luz solar, gerando corrente elétrica. Essa corrente é então
convertida em eletricidade utilizável por meio de inversores. Sistemas de
energia solar podem ser conectados à rede elétrica ou autônomos, armazenando
energia em baterias para uso contínuo quando não há luz solar.
Principais benefícios da energia solar
para o Planeta
A energia solar oferece diversos benefícios para o
planeta, incluindo:
Renovabilidade: energia solar é uma fonte renovável e inesgotável, pois depende da
luz do sol, que continuará a existir por bilhões de anos.
Redução das emissões de gases de efeito
estufa: a geração de eletricidade a partir do sol
geralmente resulta em menores emissões de gases poluentes em comparação com
fontes de energia convencionais, contribuindo para a mitigação das mudanças
climáticas.
Sustentabilidade: a produção de energia solar consome menos recursos naturais e tem menor impacto ambiental em comparação com muitas formas de geração de energia convencionais, como a queima de combustíveis fósseis.
Independência energética: a adoção de energia solar pode
reduzir a dependência de fontes de energia não renováveis e importadas,
promovendo a independência energética e a segurança do abastecimento.
Baixo impacto ambiental: a operação dos sistemas solares
tem um baixo impacto ambiental em comparação com a extração de recursos e os
resíduos associados a algumas formas de energia tradicionais.
Criação de empregos verdes: o setor de energia solar
contribui para a criação de empregos na indústria de energias renováveis,
promovendo o desenvolvimento econômico sustentável.
Acessibilidade em áreas remotas: A energia solar é uma solução
viável para fornecer eletricidade em áreas remotas ou onde a infraestrutura
elétrica tradicional é difícil de ser implementada.”
Obs.: Material publicado originalmente pelo Portal Solar.
Cordilheira dos Andes perde quase metade das geleiras em 30 anos, aponta estudo.
Aumento de queimadas na Amazônia está entre as causas do degelo nas montanhas
Um estudo
inédito divulgado pelo MapBiomas, nesta sexta-feira (20), mostra que quase
metade das geleiras da Cordilheira dos Andes desapareceu
nos últimos 30 anos. Na prática, a dimensão da área passou de 2.429,38 km2 para
1.409,11 km2 em três décadas.
O estudo foi
produzido a partir de um mapeamento de imagens de satélite entre 1985 e 2020.
Segundo o levantamento, o maior volume de queimadas na floresta amazônica está entre os principais motivos para o degelo da
região.
De
acordo com os pesquisadores do MapBiomas, organização voltada para causas
ambientais, o aumento no número de incêndios no bioma gerou uma maior liberação
de carbono negro na atmosfera, elemento que tem origem da combustão de madeiras
ou combustíveis fósseis.
“As geleiras
dos Andes tropicais estão passando por uma rápida redução, com potenciais
impactos ambientais, culturais e econômicos para o mundo inteiro. E um dos
motivos é a queima das florestas, que gera carbono negro e acelera o recuo das
geleiras quando entra em contato com sua superfície”, explicou a Efrain Turpo,
ambientalista que liderou o estudo.
O
levantamento traz que as geleiras mais afetadas estão localizadas a menos de 5
mil metros acima do nível do mar, que, em 30 anos, perderam quase 80,25% de sua
área. De acordo com os ambientalistas, a aceleração foi mais significativa a
partir de 1995, por conta das mudanças climáticas gerados pelo aquecimento
global.
Localizada na
América do Sul, a Cordilheira dos Andes é classificada como a maior cordilheira
do mundo, no quesito comprimento. Ela abrange sete países: Venezuela, Colômbia,
Equador, Peru, Bolívia, Chile e Argentina. No entanto, não são apenas esses
países que vão sofrer com as mudanças climáticas nos Andes.
À CNN, o coordenador da
equipe Amazônia do MapBiomas, Carlos Souza Jr, explicou que o Brasil pode
enfrentar “grandes” impactos ambientais nos próximos anos, caso políticas públicas
não sejam adotadas. Mas ele adiantou que as consequências do degelo já podem
ser vistas no país, mesmo que de forma tímida.
“As
populações da América do Sul dependem da água dos Andes, tanto as populações
que estão mais próximas como as mais distantes, como Brasil. Precisamos
implementar
(OBS: Este informe foi elabora pela equipe Amazônia do
MapBiomas sob a coordenação do cientista Carlos Souza Jr., e divulgação da CNN
Brasil)
Bloco de gelo
tem 170 km por 25 km de largura e está à deriva; temperatura da Terra subiu
mais de 1ºC desde a era pré-industrial
Iceberg possui 1.270 km²
DIVULGAÇÃO/BRITISH ANTARCTIC SURVEY
O maior iceberg do mundo se desprendeu da plataforma de gelo de
Ronne, na Antártica, segundo imagens de um satélite do programa europeu
Copernicus, anunciou a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
O iceberg A-76, de quase 170 km de comprimento por 25 km de
largura e uma superfície total de 4.320 quilômetros quadrados, está à deriva no
Mar de Weddell, de acordo com um comunicado divulgado pela agência na
quarta-feira (19) à noite.
Foi observado inicialmente pelo British
Antarctic Survey (BAS), organismo de pesquisa britânico para as zonas polares
que tem uma base próxima ao local.
Iceber de 1 trilhão de toneladas está a deriva
Até então, o maior iceberg do mundo era o A-23A, com superfície
de 3.380 quilômetros quadrados, também à deriva no Mar de Weddell, conforme a
ESA.
As imagens do imenso bloco de gelo A-76 foram registradas pelo
satélite Sentinel-1, que integra o programa europeu de observação Copernicus.
O Centro Nacional de Gelo dos Estados Unidos afirmou que o
iceberg A-76 iniciou a separação da plataforma de Ronne em 13 de maio.
A estação polar britânica localizada na plataforma de gelo de
Brunt, também no Mar de Weddell, foi testemunha, em fevereiro passado, da
ruptura de um iceberg de 1.270 quilômetros quadrados.
Em novembro de 2020, outro iceberg gigante, que era o maior do
mundo quando se desprendeu em 2017, aproximou-se perigosamente de uma ilha do
Atlântico Sul, ameaçando colônias de pinguins e focas.
Este iceberg, o A68, separou-se de uma gigantesca plataforma de
gelo, chamada Larsen C, e a privou de 12% de sua superfície, o que a tornou
mais instável. Outras partes desta barreira, situada na ponta da península
antártica, desintegraram-se em 1995 e em 2002.
A temperatura do planeta aumentou mais de 1ºC desde a era
pré-industrial, devido às emissões de gases causadores do efeito estufa,
provocadas pelas atividades humanas. A Antártica registrou, no entanto, um
aumento de temperatura duas vezes superior.
A formação de icebergs é um processo natural que o aquecimento
do ar e dos oceanos acelera, segundo os cientistas.
Os icebergs são tradicionalmente batizados com uma letra que
corresponde à zona da Antártica em que foram detectados pela primeira vez,
seguidos por um número.